Paulo César, 13 anos, com autismo severo e esclerose tuberosa — Jociane, sua mãe, pede ajuda

Quando a crise começa, Jociane pega a filha de 4 anos no colo, bate na porta dos vizinhos e pede abrigo. Às vezes debaixo de chuva. Isso acontece toda semana. 💛

Paulo César tem 13 anos, autismo severo e uma doença rara que causa crises intensas. A casa foi destruída. A família se separou. A mãe está no limite. Um tratamento especializado pode mudar tudo.

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— Salmos 34:18

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O Paulo César tem uma consulta com especialista em esclerose tuberosa agendada para os próximos dias — e a família precisa de apoio para manter o tratamento. A meta precisa ser atingida antes do .

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A casa não tem mais móveis, a filha de 8 anos precisou ir morar com o pai, e Jociane está sozinha cuidando de tudo. Um tratamento especializado pode mudar essa história.

Imagine uma madrugada de chuva. Jociane pega a Eloá — que tem 4 anos — no colo, sai correndo de casa e bate na porta dos vizinhos pedindo abrigo. Não é a primeira vez. Não vai ser a última.

Essa é a rotina da família desde que as crises do Paulo César começaram a se intensificar, há três anos.

Paulo César tem 13 anos. É grande, é forte, e carrega dois diagnósticos que mudaram completamente a vida da família: autismo severo e esclerose tuberosa — uma doença rara que provoca tumores no cérebro e pode desencadear crises intensas de agitação e agressividade.

Durante as crises, o Paulo destrói o que estiver ao redor. Ventiladores, fogão, geladeira, tomadas, fios, o vaso sanitário — nada fica de pé. A casa onde a família vive hoje não tem mais móveis, não tem mais eletrodomésticos, não tem a estrutura básica que qualquer lar precisa ter. Tudo foi destruído.

Mas o que é possível repor com tempo, a filha de 8 anos, Isabela, não é. Ela precisou ir morar com o pai porque não estava mais segura dentro de casa. O filho mais velho, de 18 anos, também vive longe. A Jociane ficou — sozinha, com o Paulo e com a Eloá.

E o dinheiro? A família vive com cerca de R$ 450 por mês. O benefício do Paulo foi cancelado porque Jociane não conseguiu levá-lo até outro município para uma perícia — uma tarefa que, para a maioria das pessoas, seria simples. Para quem cuida sozinha de um adolescente em crise, é impossível. O sistema não considerou isso.

"Eu não tenho mais paz", disse a Jociane. "Estou só sobrevivendo."

Em um dos momentos mais duros, ela confessou que já pensou em desistir de tudo — e não fez isso por um único motivo: não há mais ninguém para cuidar dos filhos.

O que a Jociane precisa não é de um milagre. É de acesso ao que já existe: um especialista em esclerose tuberosa que possa revisar o tratamento do Paulo, a medicação certa para reduzir a intensidade e a frequência das crises, e uma casa minimamente adaptada — um quarto sem objetos perigosos, um quintal fechado onde ele não possa sair correndo ou se machucar.

Com isso, a rotina muda de verdade. Jociane para de fugir. A Eloá para de se assustar. E talvez, com o tempo, a Isabela possa voltar para casa.

Uma doação de qualquer valor — R$ 20, R$ 50, R$ 100 — somada à de centenas de pessoas é o que viabiliza o tratamento e a adaptação da casa. E se hoje não der para doar, compartilhe. A história certa, chegando à pessoa certa, pode ser o que falta.

Imagine a Jociane daqui a alguns meses, dormindo uma noite inteira sem precisar estar em alerta. Com o Paulo em tratamento adequado, as crises menos frequentes, a casa com estrutura de novo — e a Isabela de volta. Esse cenário é possível. E começa aqui.

Sua doação vai diretamente para o tratamento do Paulo César e o suporte à família,
acompanhada de prestação de contas transparente e atualizada mensalmente.

Doadores Recentes

Atualizando em tempo real

    Para onde vai sua doação

    Sem você, o Paulo César pode continuar sem o tratamento especializado que controla as crises.

    Sem você, a Jociane segue fugindo de casa com a filha de 4 anos toda vez que uma crise começa.

    Sem você, uma família dividida e sem estrutura segura permanece no limite.

    Com você, o Paulo César pode iniciar o tratamento que reduz a frequência e a intensidade das crises.

    Com você, a Jociane ganha uma casa adaptada e segura para os filhos, e a chance de paz.

    Com você, uma família pode voltar a ficar junta, com a Isabela podendo retornar para casa.

    Como os recursos serão usados

    Atualizado mensalmente
    Item Descrição Valor
    Adaptação estrutural da casa Quarto seguro sem objetos perigosos e quintal fechado para que Paulo não fuja nem se machuque durante as crises R$ 32000
    Tratamento especializado em esclerose tuberosa (12 meses) Acompanhamento médico especializado para controlar as crises e a progressão da doença rara R$ 38000
    Medicação controlada e exames (12 meses) Protocolo medicamentoso e exames de imagem para monitorar os tumores e a resposta ao tratamento R$ 24000
    Acompanhamento psiquiátrico e neurológico contínuo Consultas regulares com especialistas que atuam nos dois diagnósticos de Paulo — autismo severo e esclerose tuberosa R$ 18000
    Suporte psicológico para Jociane e as filhas Acompanhamento para a mãe e para a Eloá, de 4 anos, que crescem vivendo sob tensão constante R$ 9000
    Regularização do benefício cancelado Transporte e despesas para levar Paulo ao município da perícia e reativar o benefício que foi suspenso R$ 4000
    Reposição de itens essenciais Itens básicos destruídos nas crises: fogão, geladeira e itens de necessidade imediata para a família R$ 5000
    Total R$ 130000

    * O valor arrecadado abaixo reflete a meta total dessa campanha.

    Arrecadado

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    R$ 122.750

    Mensagens de Apoio

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    • Cláudia Rezende

      doou agora mesmo

      Trabalho com famílias de crianças com autismo há anos. O que a Jociane está vivendo é o cenário mais difícil que existe: um adolescente grande e forte em crise, sem medicação adequada, sem estrutura e sem rede de apoio. Quando li que ela bate na porta dos vizinhos debaixo de chuva com a filha de 4 anos no colo — tive que parar. Fiz minha parte.

    • Marcelo Viturino

      doou há 19 min

      O que me deixou indignado foi o benefício cancelado porque ela não conseguiu levar o Paulo para a perícia em outro município. Não é descuido — é impossibilidade real. Um adolescente em crise não embarca num ônibus. E aí o sistema corta o único dinheiro que a família tinha. Doei e vou compartilhar com todos.

    • Tânia Borba

      doou há 3 horas

      A Isabela, de 8 anos, foi morar com o pai porque não estava mais segura em casa. Isso partiu meu coração. Com um quarto adaptado e o tratamento certo, ela pode voltar para a mãe. Essa doação é para a família toda voltar a ficar junta. Contem comigo.

    • Dra. Alessandra Couto

      Neurologista pediátrica

      A esclerose tuberosa associada ao autismo severo é um dos quadros mais complexos da neurologia pediátrica. As crises de comportamento têm base orgânica — os tumores cerebrais alteram diretamente o controle dos impulsos. Com medicação adequada e acompanhamento especializado, é possível reduzir a frequência e a intensidade das crises de forma significativa. Essa campanha é o caminho.

    Perguntas Frequentes

    A Crescendo com Amor é uma ONG registrada?

    Sim. A Ong Crescendo com Amor é uma organização sem fins lucrativos regularizada, com CNPJ ativo e documentação em dia. Todas as causas passam por verificação antes de serem publicadas.

    Como sei que minha doação vai chegar à família?

    Toda arrecadação é registrada e transferida diretamente para os custos da causa. A prestação de contas fica disponível nesta mesma página, atualizada mensalmente, com os valores já utilizados discriminados item a item.

    O PIX é seguro? Meus dados ficam protegidos?

    Sim. O pagamento é processado via PIX oficial do Banco Central, com criptografia SSL. Seus dados pessoais não são compartilhados com terceiros e são utilizados exclusivamente para processar sua doação, conforme nossa Política de Privacidade.

    Posso fazer uma doação pequena? Vale a pena?

    Muito. Nenhuma doação é pequena demais — R$ 20, R$ 30, R$ 50 somados ao de centenas de pessoas é o que move uma campanha inteira. Se não puder doar agora, compartilhar já ajuda muito: a história certa chegando à pessoa certa pode ser o que falta.

    E se a meta não for atingida?

    Todo valor arrecadado é repassado à família ou causa, independentemente de a meta total ser alcançada. Cada real já faz diferença concreta — paga uma consulta, uma sessão de fisioterapia, um mês de medicamento.

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    Dúvidas sobre a campanha, parceria ou como ajudar de outras formas? Fale com a gente.

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